África do Sul: Multimédia de “Rumos Ensemble” tocam Portugal

Publicado em segunda, 19 outubro 2015 13:44

“Tocando Portugal - recital quase um Doc” é o nome do concerto multimédia concebido e interpretado pelo “Rumos Ensemble”, que terá lugar no dia 25 de outubro de 2015, no Nassau Auditorium da Groote Schuur High Schhol, na Cidade do Cabo, e outro, no dia 28 de outubro de 2015, no Nando’s Head Office, em Joanesburgo.

Trata-se de uma organização da Embaixada de Portugal em Pretória e dos Consulados-Gerais de Portugal na Cidade do Cabo e em Joanesburgo, com o apoio do Camões, I. P. e os patrocínios do Nando’s e do Mercantile Bank.

Inovador e ambicioso, este projeto reúne uma seleção de música tradicional de dez regiões portuguesas – Algarve, Alentejo, Lisboa, Ribatejo, Beiras, Porto, Minho, Trás-os-Montes, Açores e Madeira - arranjadas para trio de violino, clarinete e piano; a projeção de filmes inéditos de cada região, evocando a beleza e riqueza natural e arquitetónica do nosso país; depoimentos de personalidades de proeminência regional, nacional e internacional, naturais de cada região, como António Victorino d’Almeida, Janita Salomé ou Carlos Alberto Moniz.

A pertinência e singularidade deste recital emergem não só da interdisciplinaridade e transversalidade artística e estilística que alicerçam a sua génese, como da vontade de três músicos eruditos - Anne Victorino D’Almeida (violino), João Vasco (piano) e Luís Gomes (clarinete) com carreiras internacionais assinaladas nos quatro continentes, de olhar para o património musical tradicional português com uma energia renovadora, contemporânea, porém acessível a todos os tipos de público, do mais erudito ao mais popular.

Para além da riqueza estilística e caráter eclético dos arranjos, da pertinência da recolha musical, do rigor, precisão técnica e artística dos intérpretes desta formação, a dimensão multimédia de “Tocando Portugal” desvenda, de forma sintética e apelativa, paisagens, cidades, bairros, monumentos, danças, costumes e pessoas, potenciando e reforçando a memória e a identidade coletiva do nosso povo, cuja história se confunde com a história das suas ruas, bairros, monumentos e cidades.

 

 

 

 

Camões, I.P.
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