Moçambique: “Oficina de História Visual”, em Maputo

Publicado em terça, 04 julho 2017 12:11

No dia 7 de julho de 2017, entre as 9h00 e 18h00, realiza-se na Biblioteca do Camões – Centro Cultural Português em Maputo uma Oficina de História Visual. Esta iniciativa enquadra-se no âmbito da exposição itinerante da Namíbia - “USAKOS – fotografias para além das ruínas” - que estará patente na galeria do Camões – Centro Cultural Português em Maputo entre dia 6 de julho e 4 de agosto.

Pretende-se com esta Oficina promover um debate entre académicos, arquivistas, investigadores, fotógrafos e curadores sobre o papel da fotografia e outros meios visuais na escrita da história e na produção da memória coletiva em Moçambique e outros países.

A Oficina de História Visual começa com uma visita guiada à exposição “USAKOS – fotografias para além das ruínas”, que será também o tema do primeiro painel da sessão, no qual participam Giorgio Miescher, curador e investigador do Centro de Estudos Africanos da Universidade Basel (Suíça) e da Fundação Carl Schlettwein, Saara Llovu, representante da Câmara Municipal de Usakos (Namíbia), e Jeremy Silvestre, da Associação de Museus da Namíbia. A moderação estará a cargo de Alexandra Pinho, diretora do Camões – Centro Cultural Português em Maputo.

O segundo painel terá como intervenientes Alexandre Pomar, jornalista e crítico de arte português com amplo trabalho de investigação realizado no âmbito da história da fotografia em Portugal e em Moçambique, Laurinda Chicapula, da Universidade Pedagógica da Beira, e o fotógrafo Mauro Vombe que irão passar em revista o trabalho de fotógrafos moçambicanos como José Cabral e Celeste MacArthur e irão refletir sobre a fotografia moçambicana, num painel moderado por Catarina Simão, realizadora e investigadora portuguesa.

O início da tarde será dedicado ao tema “Fotografia, História e Arquivos Fotográficos em Moçambique” e conta com a participação de Caio Simões de Araújo, doutorando de História e Política Internacional na Universidade de Basileia (Suíça), Eric Morier-Genoud, investigador de História Africana e Imperial na Queen's University Belfast (Reino Unido) e Catarina Simão. A moderação estará a cargo de Alexandre Pomar.

“Pensar a Fotografia Hoje” é o tema do quarto e último painel da sessão, com intervenções de Tomé Morais, investigador da Universidade Pedagógica do Niassa, e dos jovens licenciados Mangia Macuácua e Telcínia dos Santos, num painel moderado por Elcídio Macuácua, responsável pela Oficina da História.

A Oficina de História Visual é aberta ao público, com entrada livre.

Esta iniciativa conta com a colaboração, em Moçambique, da Oficina da História e do Arquivo Histórico de Moçambique.

 

 

Camões, I.P.
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