Artistas portugueses e estónios expõem peças inspiradas no sal

 Na  sexta-feira, dia 23 de março de 2012, pelas 15:00, último dia da exposição, alguns artistas participantes vão estar presentes para um encontro informal com o público, em que irão falar sobre os seus trabalhos que estão expostos. 

Trinta e quatro artistas, em que estão representados 17 criadores nacionais, participam na exposição “Cidade Fronteiriça: Tallin – Lisboa”, que vai decorrer na sede do Instituto Camões entre 16 de fevereiro e 23 de março de 2012.

A exposição “Cidade Fronteiriça: Tallin– Lisboa”, que conta, entre outros, com o apoio do Instituto Camões, da Embaixada da Estónia em Lisboa, e da empresa Vatel, pretende dar a conhecer o trabalho de 17 artistas nacionais, integrando peças da autoria de Ana Albuquerque, Catarina Dias, Cristina Filipe / C. B. Aragão, Hugo Madureira, Inês Nunes, João Martins, Madalena Avellar, Marília Maria Mira, Miguel Branco, Miriam Castro, Paula Crespo, Rui Chafes, Sónia Brum, Teresa Milheiro, Tereza Seabra e Typhaine Le Monnier; e 17 artistas estónios –  Katrin Amos, Piret Hirv, Katarina Kotselainen, Tiina Käesel, Urve Küttner, Leonhard Lapin, Laurentsius, Kristiina Laurits, Eve Margus-Villems, Kadri Mälk, Maarja Niinemägi, Villu Plink, Jaanus Samma, Rait Siska / Risto Tali, Ketli Tiitsar, Tanel Veenre.

A exposição, realizada inicialmente na Estónia, nasce de uma ideia de Harry Liivrand, então diretor do Art Hall de Tallinn, no âmbito das atividades promovidas em torno de Tallinn, Capital Europeia da Cultura 2011.

Da exposição diz o seu curador, Harry Liivrand, que “o sal é o material que a motiva e a impregna. Historicamente Lisboa e Tallinn estiveram ligadas pelo sal, que, na Tallinn medieval, foi considerado a importação mais relevante da cidade. O sal foi inicialmente importado de Portugal, da região de Setúbal. O sal branco oriundo daquela região, também chamado o sal de Lisboa, era transportado a granel em barcos abertos. Esta ligação antiga ao sal inspirou os artistas que participam nesta exposição”.

Por outro lado, ainda nas palavras do curador, sendo cidades de fronteira limitadas pelo mar, quando se lá chega ou se volta para trás, ou se parte através do mar e se cruza o limite… ou se segue a inspiração, o que se tornou no ponto de partida do projeto que usa como palavras-chave chegada e partida.

 

Programa da Exposição

 

 

 

Camões, I.P.
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