Dezoito originais a concurso em Portugal

Número 141 · 29 de Julho de 2009 · Suplemento do JL n.º 1013, ano XXIX


Prémio ‘António José da Silva’

Dezoito textos dramatúrgicos originais concorreram em Portugal à 3ª edição do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, uma iniciativa do Instituto Camões (IC) e da FUNARTE (Fundação Nacional da Arte – Brasil).

Número 141 · 29 de Julho de 2009 · Suplemento do JL n.º 1013, ano XXIX


Prémio ‘António José da Silva’

Dezoito textos dramatúrgicos originais concorreram em Portugal à 3ª edição do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, uma iniciativa do Instituto Camões (IC) e da FUNARTE (Fundação Nacional da Arte – Brasil).

The Cachorro Manco Show, vencedor do prémio António José da Silva em 2008
FOTO GUGA MELGAR / TNDMII

Os textos, que deram entrada até à data limite de 26 de Junho, vão agora ser examinados pelo júri português de selecção, constituído por representantes do IC, João Paulo Cotrim, da Direcção-Geral das Artes, Gonçalo Amorim, e do Teatro Nacional D. Maria II, Carlos Paulo.

De acordo com o regulamento serão seleccionadas quatro peças que, depois, serão submetidas ao júri luso-brasileiro do concurso – numa sessão que em 2008 decorreu por vídeo-conferência –, juntamente com outros quatro textos apurados pelo lado brasileiro do concurso.

O objectivo do Prémio, de acordo com o regulamento português, é «incentivar a escrita dramática em todos os seus géneros (teatro para adultos, teatro para a infância e juventude, etc.) e o aparecimento de novos dramaturgos de língua portuguesa».

A 1ª edição do Prémio, realizada em 2007, teve como vencedora a peça A minha mulher, da autoria do português José Maria Vieira Mendes. O Prémio da 2ª edição foi atribuído à peça The Cachorro Manco Show, apresentada em Abril passado em Lisboa e da autoria do autor brasileiro Fábio Luís Mendes.

O Prémio, que conta com a parceria da Direcção-Geral das Artes e do Teatro Nacional de D. Maria II, compreende a atribuição de um valor monetário (€15.000,00), a edição do texto em Portugal e no Brasil e a apresentação cénica do mesmo nos dois países.

Em Portugal, apenas autores de nacionalidade portuguesa puderam concorrer.

O regulamento determina que «não serão aceites obras póstumas e adaptações de obras de outro autor», que «cada concorrente poderá participar com um ou mais textos originais, em língua portuguesa, não editados e não encenados» e que «os textos não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou parcialmente, até à data da publicação do resultado da selecção».

Camões, I.P.
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