Notícias

Informação sobre Bolsas de Formação

Formação em Portugal

Em função de programas de cooperação estabelecidos com cada um dos Países de Língua Oficial Portuguesa, são concedidas anualmente bolsas para o Ensino Universitário e Politécnico.

Objetivos: Formar jovens quadros em áreas prioritárias ao respetivo desenvolvimento do país de origem;

Privilegiar candidaturas para cursos inexistentes nos estabelecimentos de ensino local;
Dar prioridade a cursos de estudos pós-graduados em detrimento dos de licenciatura.

Destinatários: Estudantes nacionais e residentes nos PALOP e Timor-Leste que não possuam, em simultâneo, nacionalidade portuguesa e pretendam frequentar cursos de nível superior em Portugal.

 

Formação em PLOP

Objetivos: Formar jovens quadros em áreas consideradas prioritárias ao desenvolvimento do respetivo país:

Contribuir para o desenvolvimento sustentável do ensino local;
Contribuir para a diminuição da fuga de cérebros.

Destinatários: Estudantes nacionais dos PLOP que, no país de origem, pretendam frequentar, preferencialmente, o ensino superior ou os anos terminais do ensino secundário.

Revista Camões: Edição temática dedicada à Arquitetura portuguesa

Sob o título “Da identidade da arquitetura portuguesa”, a edição de 2013 da “Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas”, dada à estampa em dezembro, reúne ensaios de diversos especialistas e entrevistas aos premiados arquitetos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura.

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Luta contra a pobreza em destaque no Relatório Cooperação para o Desenvolvimento

A luta global contra a pobreza é o tema central do Relatório anual da Cooperação para o Desenvolvimento, cuja edição 2013 acaba de ser divulgada pela OCDE. Intitulado na versão original Development Co-operation Report (DCR), este documento é uma referência em matéria de análise e estatísticas sobre cooperação internacional para o Desenvolvimento.

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Atribuições do Camões, I. P. no domínio da Cooperação

 

Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I. P., tem por missão propor e executar a política de cooperação portuguesa e coordenar as atividades de cooperação desenvolvidas por outras entidades públicas que participem na execução daquela política.

 

  • Propor à tutela a definição da política de cooperação e de ajuda pública ao desenvolvimento;

  • Promover a execução de programas, projetos e ações de cooperação para o desenvolvimento em articulação com os demais ministérios e organismos setoriais;

  • Preparar os programas plurianuais de cooperação para o desenvolvimento, bem como a sua programação financeira;

  • Coordenar o Programa Orçamental da Cooperação Portuguesa para o Desenvolvimento, bem como todos os demais instrumentos orçamentais transversais, de caráter anual ou plurianual, que tenham por objetivo e finalidade a cooperação para o desenvolvimento;

  • Assegurar o acompanhamento do planeamento, da programação, da execução e da avaliação dos programas e projetos de cooperação desenvolvidos por outros ministérios, departamentos, serviços e organismos da Administração Pública;

  • Emitir parecer prévio vinculativo sobre os programas, projetos e ações de cooperação para o desenvolvimento, financiados ou realizados pelo Estado, seus organismos e demais entidades públicas;

  • Assegurar a articulação com as autoridades dos países beneficiários de cooperação para o desenvolvimento;

  • Assegurar o financiamento dos projetos diretamente elaborados pelo Camões, I. P., de acordo com a programação efetuada;

  • Proceder à identificação, análise, acompanhamento e avaliação dos resultados da execução dos programas, projetos e ações de cooperação para o desenvolvimento, com vista a melhorar a racionalidade, eficácia e eficiência da ajuda;

  • Assegurar a coordenação e a articulação com instituições de âmbito internacional, nacional, regional e local, incluindo as de natureza não-governamental, com vista a otimizar a utilização dos recursos;

  • Assegurar e coordenar as intervenções portuguesas no domínio da ajuda humanitária e de urgência; Apoiar as iniciativas da sociedade civil no âmbito da cooperação para o desenvolvimento;

  • Conceder subsídios, bolsas e outras formas de apoio financeiro, no âmbito de programas, projetos ou ações de cooperação para o desenvolvimento;

  • Assegurar, no âmbito das suas atribuições, a participação portuguesa nas atividades da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) relacionadas com a cooperação;

  • Assegurar o apoio técnico e logístico à realização das reuniões do Fórum de Cooperação para o Desenvolvimento;

  • Promover e ou apoiar a realização de estudos na área da cooperação;

  • Centralizar a informação relacionada com o esforço financeiro global da cooperação portuguesa; Implementar uma estratégia de comunicação para fortalecer a compreensão e o apoio público à cooperação para o desenvolvimento;

  • Promover ações de formação em matérias de desenvolvimento;

  • Assegurar a representação e a participação do Estado Português nas atividades das organizações internacionais relacionadas com a cooperação e a ajuda pública ao desenvolvimento, sem prejuízo das competências do Ministério das Finanças no referente às instituições financeiras internacionais, bem como das representações setoriais especializadas havidas por convenientes.

  • Centralizar a informação sobre os projectos de cooperação promovidos por entidades privadas, com ou sem patrocínio público, e assegurar a representação do Estado Português nos debates internacionais sobre cooperação e ajuda pública ao desenvolvimento, em apoio ao princípio da convergência internacional e em torno de objectivos comuns.

 

Legislação a consultar:

Decreto-Lei n.º 21/2012, de 30 de janeiro, que define a missão e as atribuições do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I. P.
Portaria n.º 194/2012, de 20 de junho, que determina a organização interna do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, I. P.

 

 

 

Educação para o Desenvolvimento: Aberta fase de candidaturas para projetos

Até ao dia 14 de março de 2014 decorre o processo de apresentação de propostas de projeto de Educação para o Desenvolvimento, sendo o montante global definido para o seu cofinanciamento de 400.000,00 euros.

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São Tomé e Príncipe: Definida intervenção da Cooperação portuguesa até 2015

Educação e Saúde são as áreas mais fortes na Ajuda ao Desenvolvimento a prestar pelo governo português a São Tomé e Príncipe, no âmbito do novo Programa Indicativo de Cooperação (PIC), válido para o quadriénio 2012-2015 e orçado em 43,5 milhões de euros.

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Novos Projetos de Desenvolvimento de ONGD Apoiados - 2013

Considerando a qualidade dos projetos apresentados no âmbito da linha de cofinanciamento de projetos de cooperação para o desenvolvimento de ONGD em 2013, bem como as prioridades da Cooperação Portuguesa, foi excecionalmente deliberado apoiar sete projetos.

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França: “Bué Sabi” vence Prémio Camões para melhor curta-metragem lusófona

A curta-metragem “Bué Sabi”, de Patrícia Vidal Delgado, foi distinguida com o Prémio Camões atribuído pelo Festafilm 2013, Festival de Cinema Lusófono e Francófono de Montpellier, cuja 6ª edição decorreu de 28 de novembro a 1 de dezembro de 2013.

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Rede EUNIC lança nova página eletrónica

A EUNIC, rede constituída pelos Institutos Nacionais de Cultura da União Europeia, lançou uma nova página eletrónica, disponível no endereço habitual (www.eunic-online.eu) mas que apresenta como novidades um mapa interactivo e informação completa sobre as iniciativas de todos os seus membros.

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Lisboa: Filme “Viagem a Portugal” e debate sobre Direitos Humanos na AR

No mês em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e o Dia Internacional das Migrações, a Plataforma Portuguesa das ONGD e o Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC), em parceria com a Assembleia da República (AR), apresentam a 18 de dezembro de 2013 o filme “Viagem a Portugal”, do realizador Sérgio Tréfaut.

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